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Acesso em 29/06/2022 às 03h50.

Presidente do Confea fala das atribuições do Sistema

17 de novembro de 2006, às 6h15 - Tempo de leitura aproximado: 2 minutos

A proposta do presidente do Confea, engenheiro civil Marcos Túlio de Melo, da
realização de reuniões periódicas entre organizações de classe e até mesmo a criação
de um Colégio de Entidades no Estado de Mato Grosso agradou aos participantes da
reunião na última terça-feira (14) no Crea-MT. \”O Crea organiza, estrutura e
viabiliza a vinda de dirigentes de entidades de classe para juntos discutirem os
problemas da categoria e buscarem soluções comuns\”.

A presidente do Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas (Sindarq-MT), arquiteta Ana
Rita Maciel, comentou que valeu a pena participar da reunião e que saiu do encontro
satisfeita em saber do apoio do Sistema Confea/Crea às organizações de classe, do
interesse e da vontade de transformar, estruturar, os sindicatos em grandes
categorias para que possam representar os profissionais e lutar pelos seus direitos.

Além do repasse de recursos da ART para as entidades de classe, outra forma de
ajudar, segundo o presidente Marcos Túlio, seria estabelecer a possibilidade de
convênio e parceria com objetivos específicos por meio do Confea. \”Este ano, nós
estamos investindo em nível nacional, até o presente momento, R$ 1,8 milhões em
projetos de parcerias com entidades nos diversos Estados do país e também buscando
essa integração para poder debater os desafios e as idéias de todos\”.

Outro fator questionado pelo presidente do Confea, durante a reunião, foi a
assistência ao profissional, uma atribuição da Mútua e Caixas de Assistência, que
hoje é feito pelo Crea, sindicatos e entidades de classes. Para mudar isso, o Eng.
Civ. Marcos Túlio sugeriu a realização de convênios com a Caixa em Mato Grosso, de
maneira com que todos se beneficiem e fortaleça a ação da Caixa.

\”O fortalecimento do papel de cada um, incluindo o dos sindicatos que é defender os
interesses trabalhistas, defender o salário mínimo profissional, a remuneração justa
do trabalho e a empregabilidade, será possível com o compromisso e integração de
todas as categorias. O Crea que tem como papel a fiscalização do exercício da
atividade profissional, pode e deve fiscalizar e verificar se no Estado todos os
cargos técnicos são ocupados por profissionais, mas as entidades devem participar do
planejamento para fazerem uma fiscalização eficaz e dar apoio político\”, finalizou o
presidente Marcos Túlio de Melo. (Sílvia Devaux – Ascom/Crea-MT)